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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Friendzoned

Bem, o post de hoje é sobre um assunto muito mamilos polêmico. Nessa terça três amigos meus vieram aqui em casa e fizemos um get together a base de Wii, Gamecube, comida e bate-papo. O assunto friendzone surgiu porque éramos três meninas e um menino. Ele disse: ''Essa situação é bem bizarra. Ou eu fui friendzoned ou...'' PRONTO! Virou o assunto da roda. Mas sejamos sinceros. Quem nunca, né, minha gente?! A triste verdade é que todo mundo já foi 'friendzonado'. Caso você seja um álien e ainda não tenha sido, será. Já que é bem normal a gente se interessar por alguém que nos vê/coloca/trata/ama/abraça apenas como amigo.
Quem nunca se apaixonou por um amigo, que atire a primeira pedra. Até porque eles sempre são pessoas que nos conhecem melhor, terminam nossas frases, entendem nossas piadas idiotas e ainda riem delas. Não é crime nenhum se apaixonar por um amigo. Apesar de eu achar que é um crime falar ''Não quero estragar nossa amizade.''. Quantos corações foram partidos graças à essa frase?! Quantas pessoas molharam seus travesseiros com lágrimas ou perderam noites de sono se perguntando como sair dessa?!
É, gente. Não tá fácil pra ninguém! Gostar é uma coisa complicada, ainda mais quando não é recíproco. A gente sofre, chora, quer desistir de tudo, faz draminha, se desespera, sente ciúme e não muda nada. Mas por que falar disso no blog? Eu sei lá. É um assunto divertido, no fim das contas. É engraçado lembrar dos momentos em que fui frienzonada. A lembrança mais recente é de um guri me falando sobre estar se apaixonando por essa amiga e blá blá blá. Só faltou um letreiro de pisca-pisca: FRIENDZONADA!
Foi triste porque eu ainda acho ele uma gracinha. mimimi. Mas agora somos amigos por opção dele. A gente perde o namorado em potencial, mas ganha um amigo bonito pra botar inveja nas recalcadas, né não!? HAHAHAHA. Até parece que eu faço isso. Enfim... já fui friendzonada e já friendzonei conscientemente e provavelmente inconscientemente. Acontece. E você também deve ter friendzonado alguém por aí. Mas as grandes questões são: é tão ruim assim entrar numa friendzone? Há como sair dela?
De início, é uma bosta entrar na friendzone. Parece que toda e qualquer chance com aquela pessoa virou poeira intergaláctica e você será sempre o frustrado na vida por não ter tido um ínfimo e doce 'sim' pra tentar conquistar o alvo do desejo. Mas depois de um tempo, acho que friendzone tem seus pontos bons. Você vai estar sempre por perto, sempre bem tratado e com direito a abraços infinitos! \o/ Tá. Vou parar de mentir. Friendzone é um cocô. Não tem NA-DA de bom em ganhar a faixa de ''Best Friend Forever'' e ficar com aquele sorriso amarelo na cara enquanto seu amado fica se amassando com aquela outrazinha lá. Será que uma vez na FZ, há como voltar?! Olha, não conheço ninguém que tenha sobrevivido pra contar história, caso vocês conheçam, me contem! Mas sempre há uma primeira vez pra tudo, né?! É possível que algum descendente de guerreiro espartano sobreviva ao poder destruidor da friendzone e ganhe a mocinha pra si. Mas até que isso aconteça, saibam: friendzone é mortal. Deve haver um monstro de 35 cabeças e cuspidor de fogo por lá.  Ninguém está a salvo de chegar lá e não tem a possibilidade de sair. Tomara que a gente aprenda a lidar com isso e não fique muito tempo sofrendo pelo mesmo indivíduo. Porque superar o fora é bom, mas se apaixonar e ser correspodido? AH! Isso me gusta!
Mas enquanto não superarmos a friendzone, vamos plantar árvores! \o/

Beijo, queijo e 2mil blocos.
Ray

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

As dores do crescimento.

Obviamente, vocês já ouviram falar em dores do crescimento, né?! Dores do crescimento ''são sintomas de dor relativamente comuns em crianças. Tipicamente, elas são localizadas nos músculos, em vez das juntas, nas pernas e menos comumente nos braços. Elas são geralmente sentidas em ambos os lados do corpo, com dor variando de leve a muito severa. Não há sinais clínicos objetivos de inflamação. A dor pode ocorrer a qualquer hora ou ser ausente por meses. Dor de crescimento não é associada a outras sérias doenças e geralmente se resolve ao final da infância.'' Trecho retirado e adaptado do Google.


E por que raios eu resolvi falar de tal assunto?
Porque, como sempre, minha pessoa se pegou fazendo analogias sobre as agruras do viver e blá blá blá. Mas daí você me ou se pergunta o motivo pelo qual eu escolhi essa analogia. Bem, crescer tá cada vez mais difícil. E falando assim, eu me sinto uma menina de 11 anos  reclamando por ter que lavar louça pra minha mãe. Mas é sério, seres humanos. Tá cada vez mais difícil e dolorido crescer. São tantas dores que eu mal sei como colocá-las aqui. Mas eu vou tentar. hihihi.




Primeira dor da vida: Aprender a andar. 
Ainda bebê, as pessoas ficam nos obrigando a cumprir a triste tarefa de ficar sobre duas pernas que, cá entre nós, é bem complicado quando a gente tem 11 meses. E dói ficar caindo, batendo os frágeis joelhos, mãos e cabeça por aí. Mas bravamente, a gente dá os primeiros passos e depois de algum tempo, cai cada vez menos. E vai atrás das coisas com as próprias perninhas. Mas no fim essa é só uma dor física. Cair, se ralar, se machucar, essas coisas doem fisicamente, apenas. E cinco minutos depois, a gente já esqueceu que caiu. E nos cinco minutos seguintes, a gente tá correndo de novo.


Dor número dois: Ir à escola.
Eu não sei vocês, mas eu chorei no meu primeiro dia de aula. hahahaha. Tem até uma foto da minha cara de desespero, desgosto por acordar cedo choro. Cheguei na escola, depois de chorar por um certo período e até me adaptei bem ao convívio com outras crianças e pessoas adultas. No fim, quem chorou mais que eu, foi minha mãe. Tadinha. E aí, na escola mesmo, com os anos, a gente vai vivendo a miniatura social da vida. 
Nas escolas tem sempre algum garoto imbecil que bate nos outros, alguma garota que causa inveja e que faz questão de se mostrar melhor que as outras garotas. {Revelando meus traumas infantis.} Geralmente, a primeira decepção amorosa a gente vive na escola e consequentemente, sente as primeiras dores psicológicas do viver. Mas por que dói? Bem, se dói é sinal de que você tá crescendo.
A escola é o mundo em que a gente vai viver, em proporções menores. Competição, inveja, brigas, amores, amizade, diversão e todas aquelas histórias te preparam pro que está por vir. Se você sobrevive à escola, meu amigo, você já tem uma certa carcaça pra aguentar as porradas que a gente tem pela frente como o primeiro 'não' numa entrevista de emprego, a primeira vez que não passa no vestibular e o primeiro pé na bunda. 
É ou não é?


Passo número três do caminho dos espinhos: Relacionamentos amorosos.
A gente já falou desse tópico algumas vezes, de forma bem superficial. O primeiro beijo, o primeiro namoradinho, a primeira vez, o primeiro fora, o primeiro stalker, o primeiro almoço com a sogra, o primeiro namoro escondido, o primeiro amasso na escada, etc. Tudo isso te torna alguém mais forte. As dores do crescimento te transformam numa pessoa mais dura, mais madura, mais racional. 
Até porque o ser humano amadurece de duas formas: ou pela repetição ou pelo erro. Como eu sempre fui teimosa, aprendi repetindo os erros, mas isso não vem ao caso. Errar, além de doer, ensina. Nossos erros são nossos piores inimigos, mas também nossas melhores histórias, lembranças e mais que qualquer coisa, os melhores professores. Não importa o quanto a gente queira acertar de primeira, a gente raramente vai. Pra acertar, temos que saber o caminho das pedras e só se sabe o caminho, descobrindo como andar nele.


Treta número quatro da vida: Primeiro emprego.
Procurar o primeiro emprego é um saco. Distribuir currículos, ir à entrevistas, aceitar salários miserentos, patrões mesquinhos, chorar por tudo isso e no fim, pedir demissão ou ser dispensados.  Daí, quando a gente tem uns 16 anos, chora, se sente humilhado, pede pra mãe nos apoiar e falar que o chefe é um escroto de marca maior.
Depois de uns 2 ou 3 anos a gente é obrigado a procurar um estágio e aí voltamos ao começo da equação: distribuir currículos, ir à entrevistas... E a vida continua sendo feita de dores do crescimento. Certo? 






Momento Maria do Bairro cinco: Casar.
Claro que isso é um sofrimento, digo, crescimento opcional. Hoje em dia o que mais tem é gente que não sonha em se casar, até acha isso um pesadelo. Mas pra quem curte a idéia, casar não é moleza não, parceiro. {Nunca casei, ok?}
Conhecer a pessoa com quem você vai se casar leva tempo, dá umas dores, umas alegrias, uns problemas, prejuízos e blá blá blá. Aí tem as festividades que custam um baaaaita dinheiro, sem falar nas irritações com sogra (até porque elas não são parentes), parentes, amigos, o próprio noivo.  Casar deve ser um troço muito complexo mesmo.


Round seis: Ter filhos.
Criança balançando o bumbum no baile funk aos 14 anos, virando mãe aos 15, tendo o segundo filho aos 17 e levando uns tabefes de viciado é o que mais a gente vê por aí. Sem falar nos garotos que são aliciados pelo tráfico, ou agarrados pelo vício, ou ainda viram porradeiros de plantão só pra pagarem de gostosões.
Criar filhos hoje em dia, já tá uma praga. Vocês imaginem daqui a uns 10/15 anos... vai ser a quarta guerra mundial deste mundo. Ou tu cria teu filho preso em casa, ou morre antes que ele complete 18 anos pra não morrer de desgosto. Sim. Eu sou pessimista. hahahaha.


No fim das contas, a gente se estrepa todo, comete erro atrás de erro, acerta algumas vezes e cresce. Daí que a gente cresce, vira dono do próprio nariz e acaba fazendo igualzinho com os nossos próximos, sejam filhos ou sobrinhos. A gente sempre aconselha e espera o melhor pras gerações futuras.  Mas como eu disse antes, algumas pessoas preferem viver a ouvir conselhos.
E se alguém me disser: ''... o inteligente aprende com sua própria experiência e o sábio aprende com a experiência dos outros.'', eu vou mandar vocês viverem. Até parece que vocês ouvem todos os conselhos das suas mães, pais e titias. A verdade é que todo mundo quebra a cara SIM, mas só porque escolheu quebrar a cara. Porque só vivendo o erro é que a gente tem certeza do que ficam falando nos nossos ouvidos a vida toda.
No fim, galera, crescer dói. Mas chegar no fim da caminhada e ter certeza de que vivemos tudo o que quisemos e tudo o que foi necessário pra nos tornas grandes pessoas, deve ser uma sensação única de sucesso. Que num futuro eu, você e todo mundo saiba que apesar de doer, crescer é bom demais.


Beijo, queijo e 2mil blocos.
De uma Ray que se acha gente grande. 
hahahaha.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Desapego é pra quem pode... e quer ficar sozinho.

Não é segredo nem pra minha mãe que minha vida amorosa é cheia dos trancos e barrancos, mas que aqui estamos... (sobre)vivendo. E agora há pouco me dei conta de que estou na TPM, daquele tipo que transforma uma música do James Morrison em filme que acaba com a mocinha morrendo de câncer de olho. E bem, aproveitei o dia para sofrer com o calor e pensar naquele genial 'slogan': 'Pratique o desapego'.
Cá entre nós essa é a frase mais egoísta que eu e 102% da população mundial já dissemos. Afinal, desapegar-se de alguém é simplesmente deixar a pessoa, as coisas ruins E TAMBÉM as coisas boas que ela nos proporcionou, deixar tudo isso de maneira 'simples'. Mas também devo levar em consideração que, quem faz a opção de praticar o desapego, sabe o que significa apego demais. Pra falar a verdade, eu sou desapegada. E pra falar ainda mais verdade, eu nem sei porque tô falando do assunto.
Um dia eu ouvi: ''Odeio você por se desapegar tão fácil.'' e achei graça, afinal antes ser desapegada que ficar sofrendo as agruras de Maria do Bairro. Mas depois de completar uns bons anos de ''desapego'', acabo por entender que sou um lobo solitário. Não sinto necessidade de uma matilha, de muita gente me amando ou me querendo por perto e acho que quanto mais você aprecia a solidão, mais você parece atrativo pras pessoas. Impressionante.
Sou comunicativa, espalhafatosa (escreve assim?) e um tanto quanto receptiva a conhecer gente, mas raramente as deixo entrar em minha vida. Chamem do que quiser. Medo, babaquice, estranheza, desapego, maldade, nem eu sei ao certo. Mas esse é o jeito que eu arrumei pra me defender e ainda assim tenho encontrado gente repugnante no meu caminho.

E daí? Por Que diabos eu tô falando tanta asneira? Porque eu vejo as pessoas dando valor à coisas tão profundas quanto uma poça d'água.
Nhe nhe nhe, desapego. Nhe nhe nhe, pegar todo mundo. Nhe nhe nhe, solteira sim, ~~sozinha nunca~~. Seriously?
Qual o grande problema em se apaixonar? Em se entregar? É sofrer? OH! Você sofre com vestibular, com ansiedade, com alegria, com tristeza, com morte, com decepção, com obesidade mórbida nível 42, com síndrome da mãe ditadora, com falta de vergonha na cara e tem medinho de sofrer com o amor? Tá de sacanagem, né?!
Sofrer por amor não é um bicho de sete cabeças, até porque antes de ~~sofrer~~ você vive 6,982,140 alegrias por ter um amigo colorido/ficante/namorado/noivo/ajuntado/enrolado/consolo/marido. E se sofre durante o relacionamento com questões terceiras, tem com quem dividir. Pior é ser lobo solitário como eu sou. (Não que eu esteja declarando que preciso de um namorado, até porque eu prometi que nunca mais falaria sobre isso no blog.)
Ou seja, seres humanos, parem com esse medinho escroto de viver um relacionamento. Não tô dizendo pra vocês chamarem papagaio de meu loiro e saírem caçando um homem. Tô dizendo que se trancar no mundo furta cor do ''amor-próprio quase beirando egocentrismo'' só te torna uma pessoa forever alone. E outra, mulher que tem lista com 400 qualidades pro pretendente, vai acabar casando com a lista mesmo, porque o marido não vai encontra. E homem que escolhe mulher pela bunda, sabe né, não pode reclamar se tiver um relacionamentozinho merdônico.
Amanhã se dê a oportunidade de viver algo novo. Conheça alguém novo, ou só redescubra alguém. Viva. Até porque o tempo passa e você, queridinha, tá ficando cheia das banhas e pelancas enquanto as novinhas de 14 entram na academia e vão pro Castelo das Pedras.

Beijo, queijo e 2mil blocos.
Ray (:


P.S.: Saudade de você, blooog! <3

Aonde você vai?

Alice No País das Maravilhas


'' - Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui? 
- Isso depende muito de para onde queres ir. - respondeu o gato.
- Preocupa-me pouco aonde ir. - disse Alice.
- Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas. - replicou o gato.''

sábado, 28 de janeiro de 2012

Sabedoria.


''Minha própria vida tem sido mais do que um conto de fadas. Eu passei por muitos momentos difíceis, mas consegui vencer todos.''

Audrey Herpburn

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Modernity Status: Trololo

Século XXI. Era Digital. Geração Alfa. Sei lá quais os outros nomes que são usados para definir modernidade em cada âmbito. E também não importam esses nomes, afinal eles mudam a cada 3 meses. Kinda status de periguete no Facebook. O que me chateia mesmo na modernida é a característica superficial que as coisas ganharam nos últimos tempos.



Por exemplo, antigamente, ir ao cinema era prazeroso, era motivo pra reunir os amigos, tomar uma coca-cola e colocar o assunto em dia. Agora? Bem, deixa sair uma cópia decente pra download que eu vejo. E visitar a casa de um amigo? Nossa! Era farra, risada, comilança, jogatina sem hora pra acabar. Hoje? Saudade a gente mata pelo Facetime. Que coisa deprimente!
Hoje não há prazer nas coisas mais simples e por mais que pareça clichê pseudo-intelectual, é a verdade. Quem se dá ao trabalho de ensinar o filho/primo a andar de bicicleta? Mais fácil é dar um Wii pra criança de 7 anos pra ela não te encher o saco. Brincadeira das crianças de hoje nem passa perto de árvore, elástico e bola. O máximo de movimento que elas fazem é mexer no nunchuk. Claro que eu apoio a influência geek na vida dos pequeninos, mas tudo que vem em excesso, caríssimos, estraga.
Daí que eu vivi uma infância ótima sem vídeo-game (meu primeiro console foi aos 17 anos, quando meu avô me deu de natal, a contragosto de mamãe. Mas eu já era gamer graças às boas amizades. hahahaha). E não acho que isso vá ser um sofrimento pra nenhuma criança.
O bagulho tá tão frenético que, caso você não tenha um smartphone ou iTouch pra ficar ligado, você é um ET. Se seu amigo some por, sei lá, 48 horas do facebook, você já pensa que a internet dele deu pau e que ele vai perder o bolão do UFC. Pra quê ligar pra saber, né? Manda uma DM pelo twitter!



A grande dualidade da vida moderna é que quanto mais a gente se conecta, mais a gente se perde. Perde-se a realidade, a convivência, os prazeres pequeninos da presença. Sem falar nos mal-entendidos de msn, né? Você fala um, a pessoa entende 37 e você acaba explicando 42. Como é que fica isso aí? Por Que ter uma das maiores ferramentas da humanidade contra ela mesma? Pessoas, vamos estreitar os laços. Ver os amigos (em carne, osso e espinhas) uma vez por semana é saudável, é bom demais! Nem sempre é fácil ajustar as agendas apertadas nos períodos de rotina e tal. Mas nessas férias? OXENTE! Coisa mais fácil é fazer uma socialzinha suculenta em casa!


Cansei de falar disso. Chato imaginar que meus netos vão acabar tendo robôs vivendo no lugar deles.

Beijo, queijo e 2 encontros por semana.
Ray /:

Dicas de convivência #1

Resolvi inventar um troço diferente e passar um pouco de noção pras pessoas. Cada semana vou postar um 'Dicas da Convivência'. E hoje a gente vai falar de dicas para conviver no Facebook. Olha que suculência! (Aprendi essa com minha prima! hahaha)

''Como assim no convivência no Facebook?''

É, filho! Convivência no Facebook, até porque Rede Social não é social à toa. Daí você se pergunta se tem que ter etiqueta pra usar Redes Sociais. Não é etiqueta, caríssimo trololo, é só um toquezinho para respeitar o espaço virtual do amiguinho. Até porque você não gosta quando alguém, sei lá, fala cutucando você ou vira seu melhor amigo da noite pro dia, né?! Então vamos ao que interessa, saví? Pois é, sociedade. A 'orkutização', como dizem, chegou ao Facebook. E aqui estou eu e todo o meu egocentrismo e metidez para dar um tapinha em certos ombros e dizer: ''Vamo parar capalhaçada?''
Poxa, vida. Viver em sociedade e nas redes sociais, requer um pouco (só um pouquinho) de noção, até pra evitar a fadiga. Quem não quer uma timeline bonitinha, com postagens saudáveis, agradáveis aos olhos e tal.


''6 Dicas de Convivência no Facebook''


Dica #1: Não compartilha fotos/vídeos de nudez/nojeiras/gente morta.

Compartilhar vídeo de mulher cagando no corredor do mercado, foto das gatinhas da laje tomando banho de esgoto e bebendo itaipava, mulher com a bunda suja, homem da jeba gigante... Qual foi, galera? Cês não tem umas unhas pra roer ou um pelos (não tem mais acento. beijo.) pra arrancar? De boa, poxa, vamo maneirar aí nas nojeiras porque tá difícil comprar teclado toda vez que eu vomito.

Dica #2: Postar um mesmo link/vídeo/foto/música até esse post entrar pro Guinness Book.

BRASIL, vamos raciocinar! Postar 60 vezes a mesma coisa não vai fazer aquilo ser legal, ou você ser curtido. Quer que todos os seus amigos vejam? Compartilhe uma única vez e marque até os amiguinhos do jardim de infância nos comentários! É possível ou você vai ser a pessoa mais inconveniente da timeline?

Dica #3: Legenda de Maria Mijona.

O que seria legenda de Maria Mijona... ''Tô horrorosa, mas dá pro gasto!'' AH, VÁ! Os garotos mostram o six pack nas fotos e dizem que estão gordos, que precisam malhar. E as meninas se embalam à vácuo (porque só assim pra entrar em certas roupas), botam um salto alto, esticam o cabelo e dizem: ''Ninguém merece minha cara feia!'' Quer elogio? Compra um espelho mágico que ele fica te amando. 

Dica #4: Fotos de night.

Tem mais é que sair, dançar, se divertir! Vá ao BarraShow, ao Salgueiro, ao Baile Funk da Chatuba, se quiser. Mas não precisa postar aquelas fotos de você com cara Amy Winehouse, linda. Ou foto daquele seu amigo que sentou no colo do palhaço depois que bebeu 3 combos. Fotos de 'night', baladinha, barzinho é só de pré cachaça, gente. Foto de derrota a gente guarda pra rir sozinho, ou sacanear aquele amigo via msn. Mas o pior é pagar cofrinho/calcinha e divulgar isso pro mundo, né. Acontece com mais frequência do que eu gostaria.

Dica #5: Fazer barraco.

É chato. Ainda mais quando eu comento UMA vez e fico recebendo 500 notificações da falta do que fazer das pessoas, né. Se você não gosta de algum vídeo, post, opinião, discorde de forma saudável. Não ofenda as pessoas só porque você se acha o dono da verdade. Respeitar a opinião das pessoas é muito legal, por mais que pareça impossível. Sem falar que sempre tem um pra descer o nível da discussão e começar a xingar a mãe do coleguinha.


Dica #6: Não compartilhar 300 fotos de Jô Suado/Melhor do Mundo/Qualquer coisa dos Signos/9gag.


Então, né. Antes de existir o maravilhoso 'unsubscribe', minha página inicial era recheada de foto de piadinhas, asneiras de signos, imagens de 'ache o gato' e agora, a moda verão 2011/2012: compartilhe X curta. NOSSINHORA DA SANTA PACIÊNCIA! Eu não quero saber qual o cachorro de áries, o sapato de virgem ou o biquini de sargitário. Não quero saber se existem mais fãs de Backstreet Boys ou N'Sync e nem quero ver todas as piadinhas que o Melhor do Mundo faz por dia. Compartilhar uma ou outra coisa, tranquilo. Agora, tudo? AH, MEU AMIGO! Aí é abusar da caridade alheia!



Acho que é só, pessoas. (Por enquanto.) Essas são as seis primeiras dicas de convivência do Desgosto. Espero que tenham entendido e não se identificado com nenhuma delas. hahahahaha. Quem tiver dicas pode mandar pro: rmiccolis@gmail.com

Beijo, queijo e 2mil blocos.

Ray (:



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ninguém é só o hoje, imbecil.

Tô de tpm (porque a mãe natureza gosta de me sacanear e me dá presentinho mensal), com isso, as pessoas sempre são mais irritantes. Quando a gente tem hormônios saindo pelas ventas até um filhote de de siamês dá vontade de começar a guerra nuclear. Aí eu sou o cavalo sem arreio. É tenso. Mas não interessa a minha tpm, eu só queria desabafar porque eu tô naquele momento Naja, soltando veneno na galera como se não houvesse amanhã!
Daí que hoje eu fui escolhida pra Judas e nego tá só dando chicotada. Tô bolada, tô sofrendo bullying parentesco e não tô achando legal. O QUE FAZER? Escrever no blog porque aqui ninguém segura o catiço, rapá! Aí que esse papo de ser saco de pancada já deu, né, pessoas lindas (e as feias também)? Então vai se catar todo mundo que me escolheu pra Judas pra enfiar o cacete, empregada pra carregar peso, divã pra desabafar os problemas ou barata voadora pra fazer escândalo. Não tô com paciência mesmo. Não gostou? É. Imaginei. Run to the hills, she is pissed!

Mas e daí, coitadinha?!

Mas eu vim falar daquele julgamento momentâneo que as pessoas fazem sempre. E daí que isso é escroto, né, brother. Aquele momento em que você explode, xinga, grita, perde as estribeiras ou só fica calado, pode destruir qualquer relacionamento, apesar de injusto. Por exemplo, eu tenho conhecidas (porque hoje eu acho que é só conhecida, né) que fizeram a opção de jogar a minha amizade no lixo porque ''eu não contei'' que eu tinha feito certa coisa (minha vida não é facebook, gente.).
Aí falaram que ''não fui amiga o suficiente'' que ''não confiavam mais em mim''. AÍ, BRASIL, A GENTE FAZ A PAULINA E CHORA. Aí, Brasil, eu me pergunto: será que as pessoas são só o presente delas? Será que uma atitude define uma pessoa? Uma escolha é suficiente para se desfazer de uma pessoa como se ela fosse, sei lá, um brinquedinho da Candide?
As pessoas me conheciam há 15 anos, sabe. Aí pararam de falar comigo numa boa, como se eu fosse aquelas estátuas de rua e pans. MERMÃO, sofri. Mas aí eu parei pra pensar: quer me julgar pelo hoje? OK. Escolha sua, apesar de babaca e vazia.
Quem é você pra julgar uma atitude? Você não tem o direito de humilhar, denegrir, agredir, ofender ou magoar alguém por um único acontecimento. Pelo amor de João de Santo Cristo, seres-humanos! Onde é que fica o histórico da pessoa? Onde fica o perdão? Onde é que fica a amizade de quinze anos? Afinal, ninguém é só o hoje. As pessoas são compostas de tudo, do que viram, ouviram, sentiram, viveram e você aí dando uma de titia do alzheimer.

Quer apontar seu dedinho pra mim? É bom me conhecer, pesar minha história, minhas atitudes anteriores, pesar a relação e não me tratar como se o livro da minha vida fosse só a página 42. Caso contrário, enfia seu dedo na sua própria cara e tenha pena de si por ser mesquinho e superficial. Tratar pessoas por causa de um momento da vida delas e tão pequeno e lixoso que me dá náusea. Nossinhora. Desabafei. Na TPM não tenho filtro social. ME PROCESSEM!*
Enfim, acho que é isso. Tô um pouco menos irritada e com fome de 3 cracudos e meio. Se cuidem, docinhos.

Beijo, queijo e 2mil blocos.
Ray



*Só pra constar que o blog é meu e não tem nome de ninguém. Então sosseguem as bundas gordas.